sábado, 28 de abril de 2012

No dia em que fechei a porta

Hoje... Agora mesmo apeteceu-me quebrar as promessas feitas... Roubar-te um beijo! Ou dar-te aquele beijo que ainda trago guardado para ti e que só poderá ser teu...
Amo-te! Tenho a certeza... Hoje mais do que ontem... Agora mais do que nunca!
No dia em que fechei a porta atrás de mim, jurando não mais abri-la, não sabia que ia custar tanto... Mas tinha de ser! Não devias ter perguntado porquê... devias ter aceite o amor todo que estava disposta a te dar. Já vacilei eu sei... Mas no fundo eu sempre soube... É sempre assim!
No dia em que fechei a porta atrás de mim, fechei-a para não mais voltar a abri-la... Mas agora confesso que peço a Deus todos os dias para que a abras... Ou para que pelo menos espreites pela janela e vejas como aqui continuo a pedir, como pedi naquele dia, o teu tempo, a tua atenção e sobretudo... o teu amor!
Era esse que, mais do que tudo, queria para mim! Era esse que, ainda acredito, me/nos poderia fazer feliz/es!

É o teu aniversário... Escolhi não me aproximar... Os teus amigos falaram-me... Falam-me sempre... E olham para ti! Mas tu só me viste e mal me falaste... Talvez esperasses que como fiz no ano passado fizesse questão de ser a primeira a dar-te os parabéns... E fazia... Fazia questão de te dar a melhor prenda. Mas não aguentaria vê-la devolvida... E não aguentaria não te receber. Por isso lembrei-me que... No dia em que fechei a porta atrás de mim, fechei-a mesmo... Para não mais voltar a abrir!
E assim, por mais que me doa, mantive-a e mantenho-a fechada...